Camilo Castelo Branco

Escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor.

Nasce a 16 de março de 1825, em Lisboa, no seio de uma família pertencente à aristocracia. Pensou em ser médico, padre e advogado, mas a sua personalidade instável colocou Camilo no mundo da literatura. O seu nome ganhou fama quando, em 1855, se tornou redator principal de O Porto e de Carta. Castelo Branco foi preso durante um ano por adultério. E foi na prisão que escreveu o romance “Amor de perdição”, considerado a versão portuguesa de “Romeu e Julieta”, de Shakespeare.

No dia 1 de junho de 1890, depois de décadas a combater graves problemas de visão resultantes de sífilis que o deixam incapaz de ler ou escrever (e, por consequência, de se sustentar a si próprio e à família), Camilo Castelo Branco suicida-se com um tiro de revólver na têmpora direita. Deixa centenas de obras publicadas e por publicar, algumas das quais escritas sob pseudónimo, o que o torna um dos mais prolíferos escritores portugueses de sempre.

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