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	<title>Seminário de Santa Joana Princesa</title>
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		<title>Encontro Anual da ADASA (Antigos Alunos do Seminário de Aveiro)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 09:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADASA]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[ A ADASA, em colaboração com o Seminário de Santa Joana Princesa, promove, no dia 5 de Maio de 2012, o seu Encontro Anual. Será um dia especial de convívio e de reencontro entre colegas e famílias, bispos, sacerdotes, seminaristas, irmãs, &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/04/18/encontro-anual-da-adasa-antigos-alunos-seminario-de-aveiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A ADASA, em colaboração com o Seminário de Santa Joana Princesa, promove, no dia 5 de Maio de 2012, o seu Encontro Anual. Será um dia especial de convívio e de reencontro entre colegas e famílias, bispos, sacerdotes, seminaristas, irmãs, antigos professores e funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-560"></span></p>
<p style="text-align: justify;">PROGRAMA:</p>
<p style="text-align: justify;">09:30h – Acolhimento.</p>
<p style="text-align: justify;">10:00h – Eucaristia presidida por D. António Francisco e concelebrada por sacerdotes presentes (Celebração de Acção de Graças por vivos e falecidos).</p>
<p style="text-align: justify;">11:00h – Intervalo.</p>
<p style="text-align: justify;">11:30h – Assembleia-Geral da ADASA.</p>
<p style="text-align: justify;">12:30h – Almoço comemorativo do 20.º aniversário da ADASA.</p>
<p style="text-align: justify;">15:00h – Momento musical surpresa.</p>
<p style="text-align: justify;">16:00h – Visita às obras da Casa Sacerdotal Santa Joana Princesa.</p>
<p style="text-align: justify;">17:00h – Lanche e convívio.</p>
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		<item>
		<title>Jornal da ADASA – Abril 2012 (nº34)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 09:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ADASA]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível o último nº do nosso jornal (nº34). &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível o último nº do nosso jornal (nº34).</p>
<p><span id="more-555"></span>
<iframe src="http://docs.google.com/viewer?url=http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2012/04/jornal-34.pdf&hl=pt_PT&embedded=true" class="gde-frame" style="width:100%; height:500px; border: none;" scrolling="no"></iframe>

<p class="gde-text"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2012/04/jornal-34.pdf" target="_blank" class="gde-link">Download (PDF, 655.24KB)</a></p></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Instituições</title>
		<link>http://seminarioaveiro.org/2012/04/11/instituicoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Maior]]></category>

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		<description><![CDATA[D. António Francisco dos Santos, bispo de Aveiro, instituirá no ministério de leitor os seminaristas João Santos e Pedro Barros, e no ministério de acólito os seminaristas Hélder Ruivo, Leonel Abrantes e Victor Cardoso. A instituição acontecerá durante a Celebração &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/04/11/instituicoes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">D. António Francisco dos Santos, bispo de Aveiro, instituirá no ministério de leitor os seminaristas João Santos e Pedro Barros, e no ministério de acólito os seminaristas Hélder Ruivo, Leonel Abrantes e Victor Cardoso.</p>
<p style="text-align: justify;">A instituição acontecerá durante a Celebração Eucarística do II Domingo da Páscoa, no dia 15 de Abril de 2012, às 16h00, na Sé Catedral de Aveiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Confiados à oração de todos, rezemos por estes seminaristas, para que os leitores amem com vivo afecto a Sagrada Escritura e anunciem fielmente a Palavra de Deus e os acólitos ajudem os presbíteros e diáconos no desempenho das suas funções na liturgia, no serviço ao altar.</p>
<p style="text-align: justify;">«Assim como a chuva e a neve descem do céu, e não voltam mais para lá, senão depois de empapar a terra, de a fecundar e fazer germinar, para que dê semente ao semeador e pão para comer, o mesmo sucede à palavra que sai da minha boca: não voltará para mim vazia, sem ter realizado a minha vontade e sem cumprir a sua missão.» Is 55,10 -11</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Já não vos chamo servos … mas amigos&#8221; (cf. Jo 15, 15)</p>
<p style="text-align: justify;">Uma Santa Páscoa!</p>
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		<title>Gustavo Fernandes, Admissão de Candidato às Ordens Sacras</title>
		<link>http://seminarioaveiro.org/2012/03/16/gustavo-fernandes-admissao-de-candidato-as-ordens-sacras/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 12:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Maior]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário dos Olivais]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros irmãos e amigos, É com grande e crescente alegria que me aproximo do momento em que serei admitido como candidato às Ordens Sacras &#8211; dia 14 de Março de 2012, às 19h00 no Seminário dos Olivais. É por meio &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/03/16/gustavo-fernandes-admissao-de-candidato-as-ordens-sacras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Caros irmãos e amigos,</p>
<div style="text-align: justify;">É com grande e crescente alegria que me aproximo do momento em que serei admitido como candidato às Ordens Sacras &#8211; dia 14 de Março de 2012, às 19h00 no Seminário dos Olivais.</div>
<div style="text-align: justify;">É por meio destes momentos, que são sinais, que vou procurando conformar o meu «sim» ao «sim» de Jesus Cristo, perante a Igreja, nos irmãos e no serviço.</div>
<div style="text-align: justify;">Tomo as palavras do Santo Padre para me confrontar com a responsabilidade progressiva que vou abraçando:<em> </em></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><em>«Os candidatos ao sacerdócio devem aprender a amar a Palavra de Deus. (&#8230;) é com a luz e a força da Palavra de Deus que pode ser descoberta, compreendida e seguida a respectiva vocação e levada a cabo a própria missão, alimentando no coração os pensamentos de Deus, de modo que a fé, como resposta à Palavra, se torne o novo critério de juízo e avaliação dos homens e das coisas, dos acontecimentos e dos problemas.» (Verbum Domini, 82). </em></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Com o auxílio de Deus e da vossa preciosa oração, buscarei crescer na minha vocação à <em>santidade</em>.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: justify;">Gustavo Fernandes, seminarista da  Diocese de Aveiro</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigo da Igreja Aveirense sobre o Seminário de Aveiro</title>
		<link>http://seminarioaveiro.org/2012/03/09/artigo-da-igreja-aveirense-sobre-seminario-de-aveiro/</link>
		<comments>http://seminarioaveiro.org/2012/03/09/artigo-da-igreja-aveirense-sobre-seminario-de-aveiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 17:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[Seminário Diocesano de Aveiro O Seminário de Santa Joana O início do primeiro trimestre foi um tempo de acolhimento aos mais novos e de lançamento do novo ano. Para isso, depois de iniciado o ano a 4 de setembro com &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/03/09/artigo-da-igreja-aveirense-sobre-seminario-de-aveiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="CENTER"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Seminário Diocesano de Aveiro</strong></span></span></p>
<ol type="a">
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><em>O Seminário de Santa Joana </em></span></span></p>
</li>
</ol>
<ol>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">O início do primeiro trimestre foi um tempo de acolhimento aos mais novos e de lançamento do novo ano. Para isso, depois de iniciado o ano a 4 de setembro com tempos de convívio, oração e iniciação à vida comunitária, o mês de setembro foi ainda oportuno para a primeira reunião de pais (dia 25) e para a primeira reunião com os párocos das comunidades de origem (dia 29).<span id="more-536"></span> </span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">A comunidade este ano começou com nove seminaristas: No 10º ano está o Leandro Rico (Esgueira), o José Carlos Leitão (Albergaria-a-Velha), o Afonso Castro (Aradas), o Daniel Loureiro (Ílhavo) e o Luís Silva (Sever do Vouga); no 11º ano está o Daniel Maia (Glória) e no 12º ano está o Joel Figueiredo (São Bernardo), o Fábio Pereira (Pessegueiro do Vouga) e o João Coutinho (Macinhata do Vouga). </span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Semana dos Seminários, de 6 a 13 de novembro. Sob o lema “Formar pastores totalmente consagrados a Deus e ao Seu Povo”, o Seminário procurou animar a diocese para esta semana pelos meios habituais (materiais, envelopes, catas, etc.), mas este ano divulgando também o 60º aniversário do seu início de actividade, promovendo uma amostra expositiva com alguns quadros e recordações. No dia do seu aniversário, 14 de novembro, reuniu ainda em concelebração eucarística os padres das antigas equipas educativas e os bispos de Aveiro e Coimbra. Seguiu-se uma confraternização ao jantar com todos os residentes e a comunidade das Religiosas do Amor de Deus que servem esta casa quase desde a fundação.</span></span></p>
</li>
</ol>
<ol type="a" start="2">
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><em>Seminário Maior em Lisboa</em></span></span></p>
</li>
</ol>
<ol>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">O Seminário de S. José de Caparide acolheu este ano, pela primeira vez, os seminaristas de Aveiro. Para o 1º ano da Teologia entrou o Fábio Freches (Covilhã) e para o ano propedêutico entrou o Jorge Gonçalves (Recardães) e o Pedro Oliveira (Ribeira de Fráguas). Este seminário assume-se como um tempo vocacional na medida em que procura oferecer as condições necessárias para que um jovem possa, findo o 2º ano, dar uma resposta livre e verdadeira quanto ao seu percurso futuro e à sua vontade de seguir Jesus Cristo no ministério ordenado.</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">No Seminário maior de Cristo Rei dos Olivais está o Gustavo (Recardães) no 3º ano; o João Santos (Canedo) e o Pedro Barros (Sta Joana) no 4º ano; o Leonel Abrantes (Aguada de Cima), o Vítor Cardoso (Gaf. Carmo) e o Hélder Ruivo (Oliveira do Bairro) no 5º ano. Este tempo caracteriza-se por um período eminentemente formativo tendo como ideal o presbiterado e a formação de um coração de pastor à imagem de Cristo, Bom Pastor. Para além dos estudos na Universidade Católica, é de grande importância o estilo de vida comunitária centrada num acompanhamento por anos, assim como o trabalho pastoral que realizam na diocese de Lisboa.</span></span></p>
</li>
</ol>
<ol type="a" start="3">
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><em>Percursos de formação inicial no ministério</em></span></span></p>
</li>
</ol>
<ol>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">A ordenação do Nuno Queirós (natural de Sto Tirso e ao serviço da nossa diocese na Unidade Pastoral de Águeda) foi um momento de alegria para esta Igreja diocesana, na certeza de contar com mais um diácono para o serviço da caridade, numa perspectiva de transição para o ministério presbiteral. </span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Os padres recém-ordenados encontram-se mensalmente para partilhar a vida e ministério, partindo daquela que é a identidade, missão e espiritualidade do padre diocesano. Tratam-se de encontros de estudo que partem de uma leitura prévia orientada e que conduz à leitura existencial do ministério vivido para uma partilha em grupo. </span></span></p>
</li>
</ol>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Temas orientadores para este percurso e acompanhento:</span></span></p>
<ol>
<li><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">A Identidade Presbiteral [2 encontros]</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">- Dimensões fundamentais do presbítero </span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">DMVP, 3-9; PDV, 11-23</span></span></p>
<ol start="2">
<li><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">A caridade pastoral como elemento central da espiritualidade presbiteral [1 encontro]</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">DMVP, 43-44; PDV 23; subsídios soltos.</span></span></p>
<ol start="3">
<li><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Vida espiritual no exercício do ministério [4 (encontros]</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">- A espiritualidade do padre e a sua configuração diocesana</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">- As dimensões do ministério ordenado (profética, sacerdotal, real)</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">DMVP, 26.34-56; PDV, 24-26.31-33; subsídios soltos sobre o sentido da incardinação</span></span></p>
<ol start="4">
<li><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">O padre diocesano, radicalismo evangélico e compromisso eclesial [2 encontros]</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">- A pobreza, castidade e obediência no padre diocesano</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">- Os compromissos do sacramento da ordem</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">DMVP, 3-9; PDV, 27-30; Ritual da Ordenação</span></span></p>
<ol start="5">
<li><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Formação permanente dos presbíteros e fraternidade presbiteral [2 encontros]</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">DMVP, 69-97. 20-21; PDV, 70-81; outros subsídios de leitura</span></span></p>
<ol start="6">
<li><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Toda a documentação pós conciliar sobre a vida presbiteral e as suas principais afirmações [ 2 encontros]</span></span></li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Quaresma: tempo de fraternidade e de esperança</title>
		<link>http://seminarioaveiro.org/2012/02/14/quaresma-tempo-de-fraternidade-de-esperanca/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 08:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bispo de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[D. António Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensagem de Quaresma de D. António Francisco, Bispo de Aveiro Caros Diocesanos 1.Na mensagem que nos dirige para esta Quaresma, o Santo Padre Bento XVI inspira-se na palavra da Carta aos Hebreus: “Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/02/14/quaresma-tempo-de-fraternidade-de-esperanca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Mensagem de Quaresma de D. António Francisco, Bispo de Aveiro<span id="more-531"></span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Caros Diocesanos</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">1.Na mensagem que nos dirige para esta Quaresma, o Santo Padre Bento XVI inspira-se na palavra da Carta aos Hebreus: “Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Heb 10,24). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">O Santo Padre diz-nos que na sociedade prevalecem a indiferença, o desinteresse e o egoísmo, mesmo quando mascarados por uma aparência de respeito pelo outro. Por isso, não podemos estranhar a actualidade da palavra dorida de Paulo VI ao afirmar que «o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: o mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem dos recursos do universo» ( Populorum Progressio, 66). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Importa cultivar um olhar de fraternidade e de esperança que transforme o coração indiferente diante do sofrimento humano e endurecido perante as injustiças sociais num coração que vê com um olhar «feito de humanidade e de carinho pelo irmão… olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa» (Mensagem da Quaresma de Bento XVI). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Esta mensagem de Bento XVI, dirigida a todo o mundo, encontra a Europa e Portugal num momento complexo da sua história vivido com acrescidas dificuldades que pesam sobretudo sobre os mais frágeis, os mais pobres e os mais sós. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Neste Ano Europeu do Envelhecimento Activo e do Diálogo Intergeracional e em flagrante contraste com quanto nesta iniciativa se pretende, temos sido confrontados pelas notícias frequentes de idosos sós, condenados a morrer ao abandono. Também aqui somos chamados a este olhar atento e a este dom recíproco de um amor próximo, vizinho e irmão de cada um de nós pelos outros. As comunidades cristãs têm aqui um campo imenso de presença e de acção. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Importa saber olhar os idosos como um dom de vida e de bênção e como uma escola de sabedoria onde o futuro já começou e diariamente se aprende. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Mais do que lamentarmo-nos pelo declínio de uma civilização em fim de ciclo, que a presente crise social indicia, devemos ser capazes de iluminar o mundo com a luz transformadora que nos vem da Páscoa de Jesus. Importa cultivar este olhar de fraternidade que pressente no horizonte sinais de esperança. Um olhar atento é sempre fonte de sabedoria e de fraternidade a dizer-nos que um futuro justo e solidário não é um destino distante nem um caminho inacessível. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">2. A Quaresma é para os cristãos, e deve ser através deles para todo o mundo, um convite a cultivar este olhar de fé, de esperança e de fraternidade e a sonhar o mundo novo das bem-aventuranças que cada Páscoa nos traz. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">A Quaresma é caminho rumo à Páscoa de Jesus e oferece-nos tempo, oportunidade e sentido para a oração em família e em comunidade, para a vivência do jejum e da sobriedade, para a celebração dos sacramentos e para o exercício da solidariedade humana e da caridade cristã. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">A Páscoa é para quem acredita em Jesus, vivo e ressuscitado, a fonte da alegria, da esperança e da força transformadora das realidades do mundo. A Páscoa é a luz da Vida Nova no Ressuscitado e o caminho de renovação e de esperança para o mundo. Ela é o alicerce firme da nossa perseverança e constância mesmo nos momentos mais difíceis da história humana e abre horizonte a este olhar de fraternidade aprendido de Cristo no Evangelho e concretizado no viver diário da Igreja e no agir solícito e interventivo dos cristãos em todos os domínios da vida social. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Assim, também, na nossa Igreja diocesana que vive este tempo como abençoada expectativa da Páscoa de Jesus. Centrados na família, ao longo da etapa pastoral agora vivida, cultivamos este olhar atento para as famílias que somos e para a nossa Igreja, fraternidade de famílias que confirma a esperança. Preparamos, em cada dia que passa e em cada sinal de comunhão que damos, a Festa das Famílias a celebrar em 20 de Maio, em pleno tempo pascal, como verdadeira expressão da alegria de sermos Igreja de Aveiro. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">No horizonte próximo está o Jubileu da restauração da nossa Diocese e a Missão Jubilar que desde já preparamos. Somos uma Igreja em missão jubilar pela alegria que nos envolve, pelos objectivos que nos propomos, pelos caminhos que abrimos, pelo testemunho de vida fraterna que damos e pelas bem-aventuranças do Reino que anunciamos. Mas isto só será possível se acolhermos o dom de Deus e vivermos atentos aos irmãos segundo o mandamento novo de Jesus. «Por isso é que todos conhecerão que sois meus discípulos. Se vos amardes uns aos outros» ( Jo 13, 35). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">3. Em cada Quaresma, somos convidados a uma experiência mais significativa de renúncia daquilo que, por vontade livre e generosa, queremos partilhar com pessoas e instituições que servem esta causa comum do amor fraterno. Nesta Quaresma vamos orientar este sentido de dom e este esforço de partilha para a Casa Sacerdotal da nossa Diocese, já em fase avançada de construção, onde queremos acolher os sacerdotes doentes e idosos, e para a Diocese de Luena, em Angola, à qual nos unem laços de comunhão, fortalecidos pela presença de membros da nossa Igreja Diocesana que aí têm realizado voluntariado missionário. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Também com estes gestos cultivamos um olhar atento de fraternidade, de comunhão e de esperança. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Uma santa e fecunda Quaresma. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
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<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Aveiro, 11 de Fevereiro de 2012</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro</span></div>
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		<title>Mensagem de Bento XVI para a Quaresma</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 16:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>

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		<description><![CDATA[MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2012 «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24) Irmãos e irmãs! A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/02/10/mensagem-de-bento-xvi-para-quaresma/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="color: #663300; font-size: medium;">MENSAGEM DE SUA SANTIDADE<br />
PAPA BENTO XVI<br />
PARA A QUARESMA DE 201</span></strong></em><span style="color: #663300; font-size: medium;"><strong><em>2</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos<br />
ao amor e às boas obras» (</strong></em><strong>Heb</strong><strong> 10, 24)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Irmãos e irmãs!</em></p>
<p style="text-align: justify;">A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.<span id="more-525"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da<em>Carta aos Hebreus</em>: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da <em>fé</em>» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa <em>esperança</em>» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o <em>amor</em> e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">1. «<em>Prestemos atenção</em>»: a responsabilidade pelo irmão.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é <em>katanoein, </em>que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. <em>Lc</em> 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. <em>Lc</em> 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma <em>Carta aos Hebreus</em>, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. <em>Gn</em> 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao <em>bem</em> do outro e a <em>todo</em> o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro <em>alter ego</em>, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. <em><a href="http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_26031967_populorum_po.html">Populorum progressio</a></em>, 66).</p>
<p style="text-align: justify;">A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (<em>Sal</em> 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. <em>Lc</em> 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. <em>Lc</em> 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (<em>Prov</em> 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (<em>Mt</em> 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.</p>
<p style="text-align: justify;">O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: <em>a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna.</em> De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (<em>Prov</em> 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. <em>Mt</em> 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – <em>elenchein –</em> é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. <em>Ef</em> 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (<em>Gl</em> 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (<em>Prov</em> 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. <em>1 Jo</em> 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. <em>Lc</em> 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">2. <em>«Uns aos outros</em>»: o dom da reciprocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (<em>Rm</em> 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (<em>Rm</em> 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (<em>1 Cor</em> 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.</p>
<p style="text-align: justify;">Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (<em>1 Cor</em> 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. <em>Mt</em> 5, 16).</p>
<p style="text-align: justify;">3. «<em>Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»:</em> caminhar juntos na santidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta afirmação da <em>Carta aos Hebreus </em>(10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. <em>1 Cor</em> 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (<em>Prov </em>4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. <em>Ef</em> 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. <em>Mt</em> 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. <em>Lc</em> 12, 21; <em>1 Tm</em> 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. <em><a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20010106_novo-millennio-ineunte_po.html">Novo millennio ineunte</a></em>, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (<em>Rm</em> 12, 10).</p>
<p style="text-align: justify;">Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. <em>Heb</em> 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vaticano, 3 de Novembro de 2011</em></p>
<p style="text-align: center;" align="center"> <strong>BENEDICTUS PP. XVI</strong></p>
<p align="center"><span style="font-size: x-small; color: #663300;">© Copyright 2011 &#8211; Libreria Editrice Vaticana</span></p>
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		<title>Mensagem de Natal de D. António Francisco, Bispo de Aveiro</title>
		<link>http://seminarioaveiro.org/2011/12/20/mensagem-de-natal-de-d-antonio-francisco-bispo-de-aveiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bispo de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Natal é um acontecimento. Sempre novo e único. Sempre diferente e irrepetível. O Natal é dom de Deus! O Natal não precisa de acrescentos nem de adereços. Não carece de adjectivações nem de qualificativos. Porque só há um Natal: &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/12/20/mensagem-de-natal-de-d-antonio-francisco-bispo-de-aveiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Natal é um acontecimento. Sempre novo e único. Sempre diferente e irrepetível. O Natal é dom de Deus!<span id="more-516"></span></p>
<p>O Natal não precisa de acrescentos nem de adereços. Não carece de adjectivações nem de qualificativos. Porque só há um Natal: o Natal de Jesus, o Filho de Deus.</p>
<p>O Natal será tanto mais autêntico quanto mais o centrarmos em Jesus Cristo e quanto melhor soubermos fazer deste tempo, ao jeito dos pastores de Belém e a exemplo dos magos, sábios vindos do Oriente, uma oportunidade de procura de Deus e uma experiência de encontro com a Humanidade. O mistério da encarnação do Filho de Deus é indissociável do mistério da redenção da Humanidade e do mistério da Igreja.</p>
<p>O Natal reconduz-nos ao coração da Igreja viva, que o prolonga e actualiza, e ao berço de uma Humanidade nova, por todos nós sonhada e desejada.</p>
<p>Esta Humanidade nova, nascida do Natal de Jesus, tem uma matriz única, possui uma cultura própria e transporta em si os valores perenes da inviolabilidade da vida, da dignidade da pessoa humana, do respeito pela família e da construção do bem comum, entre tantos outros que faltam ao mundo de hoje e à cultura do nosso tempo e cuja falta é tantas vezes a raiz da crise que vivemos.</p>
<p>No Natal, vivido na verdade da fé e celebrado em cada comunidade cristã, encontramos a família de Nazaré e reencontramo-nos com a nossa própria família e com todas as famílias.</p>
<p>Assim, a nossa missão consiste, muito particularmente nesta etapa pastoral da nossa Diocese, centrada na Família entendida como esperança e dom, em levar o Natal ao íntimo do coração humano, ao aconchego de cada lar e à vida e acção de cada paróquia.</p>
<p>Guiados por este belo espírito de Natal, que brilha na magia do presépio acolhido no coração de cada um de nós, procuremos encontrar famílias para aqueles que as não têm: seja para os estudantes estrangeiros, que aqui permanecem neste tempo de Natal, e que vão ser acolhidos à mesa das famílias de Aveiro; seja para os sem-abrigo com quem partilhamos a refeição de Natal, prolongada em cada dia do ano; seja ainda para tantas famílias da nossa Diocese, repartindo com elas proximidade, alegria e bens, graças à generosidade de pessoas, instituições e comunidades cristãs.</p>
<p>Deste modo e de tantos outros que a ousadia da criatividade e da caridade inspirem, a luz do Natal vai brilhar no sorriso do rosto das crianças, no pão repartido em todas as mesas, no carinho junto dos doentes e idosos e na presença que nos faz próximos dos mais sós. Acredito que neste Natal mais solidário, ainda que vivido com menos, vamos todos reacender a luz da esperança em muitos lares, sobretudo naqueles que precisam de trabalho, que procuram a paz e que buscam a harmonia da felicidade.</p>
<p>Neste tempo de crise prolongada e de austeridade implacável para tantas famílias, o Natal não pode ser apenas um oásis no deserto ou um momento de tréguas frente à inclemência injusta de tantas provações para os mais pobres. O Natal deve ser caminho para quantos procuram Deus e luz para todos os que esperam dos cristãos respostas concretas e compromissos corajosos de comunhão solidária e de fraternidade efectiva com os que mais sofrem.</p>
<p>O coração humano é o melhor presépio de Jesus, a família a necessária escola do Natal e a comunidade cristã o fermento novo do Evangelho que o Filho de Deus nos trouxe. Caros Diocesanos: que este Natal nos desperte com renovada alegria e crescente encanto para uma bela missão, vivida já na expectativa da próxima Missão Jubilar, conscientes de que no nascimento de Jesus se revela o amor de Deus pela Humanidade e que este amor aprendido com Jesus, o Filho de Deus, nos fará mais evangelizados e evangelizadores, mais generosos e solidários, mais atentos e felizes, mais próximos e irmãos, membros conscientes de uma Humanidade nova e construtores activos de uma Igreja viva.</p>
<p>Um abençoado e feliz Natal para todos.</p>
<p>Aveiro, 17 de Dezembro de 2011</p>
<p>António Francisco dos Santos</p>
<p>Bispo de Aveiro</p>
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		<title>Jornal da ADASA &#8211; Dezembro 2011 (nº33)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:00:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ADASA]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível o último nº do nosso jornal (nº33).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já está disponível o último nº do nosso jornal (nº33).<span id="more-504"></span></p>

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		<title>Casa Sacerdotal</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Sacerdotal]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro anos passados, vemos, com grande alegria, nascer a partir do coração generoso da Diocese e erguer-se deste chão abençoado da nossa terra, no espaço envolvente do Seminário, a Casa Sacerdotal de Aveiro. No dia 8 de Dezembro de 2007, &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/12/01/casa-sacerdotal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><em>Quatro anos passados, vemos, com grande alegria, nascer a partir do coração generoso da Diocese e erguer-se deste chão abençoado da nossa terra, no espaço envolvente do Seminário, a Casa Sacerdotal de Aveiro.<span id="more-485"></span></em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-487" title="csacerdotal1" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">No dia 8 de Dezembro de 2007, primeiro aniversário do início do meu ministério episcopal em Aveiro, anunciei à Diocese a vontade de construir a Casa Sacerdotal que seja verdadeiro santuário de gratidão da comunidade diocesana aos sacerdotes e a todos quantos, com dedicação e generosidade, os serviram ao longo da vida.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Quatro anos passados, vemos, com grande alegria, nascer a partir do coração generoso da Diocese e erguer-se deste chão abençoado da nossa terra, no espaço envolvente do Seminário, a Casa Sacerdotal de Aveiro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Mais do que falar do edifício, que se ergue a partir dos seus alicerces sólidos, para que muito em breve se cumpra o sonho, desde longe embalado e diariamente renovado, quero, hoje, dizer uma primeira palavra de gratidão.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">E é, assim, que desejo prosseguir, trazendo aqui, de vez em quando, alguns dos momentos e dos gestos que fazem desta Casa uma verdadeira obra de todos nós e para toda a Diocese. Ela vem ao encontro de uma necessidade e responde a muitos e insistentes pedidos de vários sacerdotes fragilizados pela doença ou pelo peso dos anos. Alguns deles já partiram ao encontro de Deus, sem deixarem de ser pela bênção, deles agora esperada, também eles construtores da Casa Sacerdotal.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Poucos dias depois de ter anunciado na Sé Catedral a decisão de construir a Casa Sacerdotal recebi, em gesto discreto, envolvido numa espontânea timidez, uma oferta vinda de quem durante muitos anos viveu e trabalhou em Aveiro, como docente de uma das Escolas da nossa cidade. Regressou agora, em tempo de merecido descanso que a reforma lhe faculta, à sua terra natal fora da nossa diocese. Não esqueceu, porém, o tempo vivido em Aveiro e o bem aqui recebido, nem a experiência de fé aqui fortalecida e o testemunho apostólico aqui deixado.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">As palavras que acompanharam esse gesto e a generosidade que nele se espelhava dizem-me que a memória do coração e o sentido cristão da gratidão moram no meio de nós. Não fazem ruído nem levantam a voz, mas consolidam as decisões que se tomam e dão sentido e valor às causas que nos movem.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Senti que este gesto discreto foi verdadeira pedra de alicerce e será sempre, para mim, memória abençoada de uma história acontecida, uma bem significativa história de generosidade. Nesse momento, marco da história dos alicerces da nossa Casa Sacerdotal, ainda não havia sido escolhido o lugar, nem decidido o tempo, nem tão pouco elaborado o projecto. Mas sem este gesto a Casa que agora se edifica não seria a mesma.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-488" title="csacerdotal2" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Foi esta dádiva o primeiro e necessário incentivo a dizer-me que o longo e belo caminho da generosidade começava ali e que outros sinais de igual generosidade iriam surgir. Sinto que este caminho se prossegue, hoje, com o encanto de constantes surpresas de tantas pegadas com marcas de grande generosidade, gravadas no caminho da construção da nossa Casa Sacerdotal. A generosidade de tantos outros gestos que se lhe seguiram ensina-me que o bem que se faz é sempre semente de novo bem a fazer.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Sei que os tempos que vivemos são difíceis para levar por diante empreendimentos como este. Mas sei, também, que tempos assim nunca asfixiaram a generosidade das pessoas, a iniciativa das famílias e a criatividade das comunidades e ensinam-nos que o futuro feliz, justo e solidário que todos desejamos para todos passa necessariamente pela partilha de sonhos, de bens e de projectos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">É igualmente nesta hora em que todos somos convocados para a Missão, rumo ao Jubileu da nossa Diocese, que se torna mais visível a grandeza das pessoas, a beleza das famílias e a determinação das comunidades e se dá mais valor aos gestos de generosidade que do coração nascem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">+António Francisco dos Santos</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Bispo de Aveiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-size: 9px; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.diocese-aveiro.pt/noticia_detalhe.asp?id=300" target="_blank">Diocese de Aveiro</a></p>
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