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	<title>Seminário de Santa Joana Princesa</title>
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		<title>Quaresma: tempo de fraternidade e de esperança</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 08:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bispo de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[D. António Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensagem de Quaresma de D. António Francisco, Bispo de Aveiro Caros Diocesanos 1.Na mensagem que nos dirige para esta Quaresma, o Santo Padre Bento XVI inspira-se na palavra da Carta aos Hebreus: “Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/02/14/quaresma-tempo-de-fraternidade-de-esperanca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Mensagem de Quaresma de D. António Francisco, Bispo de Aveiro<span id="more-531"></span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Caros Diocesanos</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">1.Na mensagem que nos dirige para esta Quaresma, o Santo Padre Bento XVI inspira-se na palavra da Carta aos Hebreus: “Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Heb 10,24). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">O Santo Padre diz-nos que na sociedade prevalecem a indiferença, o desinteresse e o egoísmo, mesmo quando mascarados por uma aparência de respeito pelo outro. Por isso, não podemos estranhar a actualidade da palavra dorida de Paulo VI ao afirmar que «o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: o mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem dos recursos do universo» ( Populorum Progressio, 66). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Importa cultivar um olhar de fraternidade e de esperança que transforme o coração indiferente diante do sofrimento humano e endurecido perante as injustiças sociais num coração que vê com um olhar «feito de humanidade e de carinho pelo irmão… olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa» (Mensagem da Quaresma de Bento XVI). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Esta mensagem de Bento XVI, dirigida a todo o mundo, encontra a Europa e Portugal num momento complexo da sua história vivido com acrescidas dificuldades que pesam sobretudo sobre os mais frágeis, os mais pobres e os mais sós. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Neste Ano Europeu do Envelhecimento Activo e do Diálogo Intergeracional e em flagrante contraste com quanto nesta iniciativa se pretende, temos sido confrontados pelas notícias frequentes de idosos sós, condenados a morrer ao abandono. Também aqui somos chamados a este olhar atento e a este dom recíproco de um amor próximo, vizinho e irmão de cada um de nós pelos outros. As comunidades cristãs têm aqui um campo imenso de presença e de acção. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Importa saber olhar os idosos como um dom de vida e de bênção e como uma escola de sabedoria onde o futuro já começou e diariamente se aprende. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Mais do que lamentarmo-nos pelo declínio de uma civilização em fim de ciclo, que a presente crise social indicia, devemos ser capazes de iluminar o mundo com a luz transformadora que nos vem da Páscoa de Jesus. Importa cultivar este olhar de fraternidade que pressente no horizonte sinais de esperança. Um olhar atento é sempre fonte de sabedoria e de fraternidade a dizer-nos que um futuro justo e solidário não é um destino distante nem um caminho inacessível. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">2. A Quaresma é para os cristãos, e deve ser através deles para todo o mundo, um convite a cultivar este olhar de fé, de esperança e de fraternidade e a sonhar o mundo novo das bem-aventuranças que cada Páscoa nos traz. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">A Quaresma é caminho rumo à Páscoa de Jesus e oferece-nos tempo, oportunidade e sentido para a oração em família e em comunidade, para a vivência do jejum e da sobriedade, para a celebração dos sacramentos e para o exercício da solidariedade humana e da caridade cristã. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">A Páscoa é para quem acredita em Jesus, vivo e ressuscitado, a fonte da alegria, da esperança e da força transformadora das realidades do mundo. A Páscoa é a luz da Vida Nova no Ressuscitado e o caminho de renovação e de esperança para o mundo. Ela é o alicerce firme da nossa perseverança e constância mesmo nos momentos mais difíceis da história humana e abre horizonte a este olhar de fraternidade aprendido de Cristo no Evangelho e concretizado no viver diário da Igreja e no agir solícito e interventivo dos cristãos em todos os domínios da vida social. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Assim, também, na nossa Igreja diocesana que vive este tempo como abençoada expectativa da Páscoa de Jesus. Centrados na família, ao longo da etapa pastoral agora vivida, cultivamos este olhar atento para as famílias que somos e para a nossa Igreja, fraternidade de famílias que confirma a esperança. Preparamos, em cada dia que passa e em cada sinal de comunhão que damos, a Festa das Famílias a celebrar em 20 de Maio, em pleno tempo pascal, como verdadeira expressão da alegria de sermos Igreja de Aveiro. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">No horizonte próximo está o Jubileu da restauração da nossa Diocese e a Missão Jubilar que desde já preparamos. Somos uma Igreja em missão jubilar pela alegria que nos envolve, pelos objectivos que nos propomos, pelos caminhos que abrimos, pelo testemunho de vida fraterna que damos e pelas bem-aventuranças do Reino que anunciamos. Mas isto só será possível se acolhermos o dom de Deus e vivermos atentos aos irmãos segundo o mandamento novo de Jesus. «Por isso é que todos conhecerão que sois meus discípulos. Se vos amardes uns aos outros» ( Jo 13, 35). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">3. Em cada Quaresma, somos convidados a uma experiência mais significativa de renúncia daquilo que, por vontade livre e generosa, queremos partilhar com pessoas e instituições que servem esta causa comum do amor fraterno. Nesta Quaresma vamos orientar este sentido de dom e este esforço de partilha para a Casa Sacerdotal da nossa Diocese, já em fase avançada de construção, onde queremos acolher os sacerdotes doentes e idosos, e para a Diocese de Luena, em Angola, à qual nos unem laços de comunhão, fortalecidos pela presença de membros da nossa Igreja Diocesana que aí têm realizado voluntariado missionário. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Também com estes gestos cultivamos um olhar atento de fraternidade, de comunhão e de esperança. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Uma santa e fecunda Quaresma. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">Aveiro, 11 de Fevereiro de 2012</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;">António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro</span></div>
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		<title>Mensagem de Bento XVI para a Quaresma</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 16:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>

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		<description><![CDATA[MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2012 «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24) Irmãos e irmãs! A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2012/02/10/mensagem-de-bento-xvi-para-quaresma/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="color: #663300; font-size: medium;">MENSAGEM DE SUA SANTIDADE<br />
PAPA BENTO XVI<br />
PARA A QUARESMA DE 201</span></strong></em><span style="color: #663300; font-size: medium;"><strong><em>2</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos<br />
ao amor e às boas obras» (</strong></em><strong>Heb</strong><strong> 10, 24)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Irmãos e irmãs!</em></p>
<p style="text-align: justify;">A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.<span id="more-525"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da<em>Carta aos Hebreus</em>: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da <em>fé</em>» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa <em>esperança</em>» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o <em>amor</em> e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">1. «<em>Prestemos atenção</em>»: a responsabilidade pelo irmão.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é <em>katanoein, </em>que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. <em>Lc</em> 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. <em>Lc</em> 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma <em>Carta aos Hebreus</em>, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. <em>Gn</em> 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao <em>bem</em> do outro e a <em>todo</em> o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro <em>alter ego</em>, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. <em><a href="http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_26031967_populorum_po.html">Populorum progressio</a></em>, 66).</p>
<p style="text-align: justify;">A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (<em>Sal</em> 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. <em>Lc</em> 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. <em>Lc</em> 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (<em>Prov</em> 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (<em>Mt</em> 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.</p>
<p style="text-align: justify;">O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: <em>a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna.</em> De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (<em>Prov</em> 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. <em>Mt</em> 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – <em>elenchein –</em> é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. <em>Ef</em> 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (<em>Gl</em> 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (<em>Prov</em> 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. <em>1 Jo</em> 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. <em>Lc</em> 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">2. <em>«Uns aos outros</em>»: o dom da reciprocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (<em>Rm</em> 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (<em>Rm</em> 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (<em>1 Cor</em> 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.</p>
<p style="text-align: justify;">Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (<em>1 Cor</em> 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. <em>Mt</em> 5, 16).</p>
<p style="text-align: justify;">3. «<em>Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»:</em> caminhar juntos na santidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta afirmação da <em>Carta aos Hebreus </em>(10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. <em>1 Cor</em> 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (<em>Prov </em>4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. <em>Ef</em> 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. <em>Mt</em> 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. <em>Lc</em> 12, 21; <em>1 Tm</em> 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. <em><a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_20010106_novo-millennio-ineunte_po.html">Novo millennio ineunte</a></em>, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (<em>Rm</em> 12, 10).</p>
<p style="text-align: justify;">Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. <em>Heb</em> 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vaticano, 3 de Novembro de 2011</em></p>
<p style="text-align: center;" align="center"> <strong>BENEDICTUS PP. XVI</strong></p>
<p align="center"><span style="font-size: x-small; color: #663300;">© Copyright 2011 &#8211; Libreria Editrice Vaticana</span></p>
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		<title>Mensagem de Natal de D. António Francisco, Bispo de Aveiro</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:26:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bispo de Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Natal é um acontecimento. Sempre novo e único. Sempre diferente e irrepetível. O Natal é dom de Deus! O Natal não precisa de acrescentos nem de adereços. Não carece de adjectivações nem de qualificativos. Porque só há um Natal: &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/12/20/mensagem-de-natal-de-d-antonio-francisco-bispo-de-aveiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Natal é um acontecimento. Sempre novo e único. Sempre diferente e irrepetível. O Natal é dom de Deus!<span id="more-516"></span></p>
<p>O Natal não precisa de acrescentos nem de adereços. Não carece de adjectivações nem de qualificativos. Porque só há um Natal: o Natal de Jesus, o Filho de Deus.</p>
<p>O Natal será tanto mais autêntico quanto mais o centrarmos em Jesus Cristo e quanto melhor soubermos fazer deste tempo, ao jeito dos pastores de Belém e a exemplo dos magos, sábios vindos do Oriente, uma oportunidade de procura de Deus e uma experiência de encontro com a Humanidade. O mistério da encarnação do Filho de Deus é indissociável do mistério da redenção da Humanidade e do mistério da Igreja.</p>
<p>O Natal reconduz-nos ao coração da Igreja viva, que o prolonga e actualiza, e ao berço de uma Humanidade nova, por todos nós sonhada e desejada.</p>
<p>Esta Humanidade nova, nascida do Natal de Jesus, tem uma matriz única, possui uma cultura própria e transporta em si os valores perenes da inviolabilidade da vida, da dignidade da pessoa humana, do respeito pela família e da construção do bem comum, entre tantos outros que faltam ao mundo de hoje e à cultura do nosso tempo e cuja falta é tantas vezes a raiz da crise que vivemos.</p>
<p>No Natal, vivido na verdade da fé e celebrado em cada comunidade cristã, encontramos a família de Nazaré e reencontramo-nos com a nossa própria família e com todas as famílias.</p>
<p>Assim, a nossa missão consiste, muito particularmente nesta etapa pastoral da nossa Diocese, centrada na Família entendida como esperança e dom, em levar o Natal ao íntimo do coração humano, ao aconchego de cada lar e à vida e acção de cada paróquia.</p>
<p>Guiados por este belo espírito de Natal, que brilha na magia do presépio acolhido no coração de cada um de nós, procuremos encontrar famílias para aqueles que as não têm: seja para os estudantes estrangeiros, que aqui permanecem neste tempo de Natal, e que vão ser acolhidos à mesa das famílias de Aveiro; seja para os sem-abrigo com quem partilhamos a refeição de Natal, prolongada em cada dia do ano; seja ainda para tantas famílias da nossa Diocese, repartindo com elas proximidade, alegria e bens, graças à generosidade de pessoas, instituições e comunidades cristãs.</p>
<p>Deste modo e de tantos outros que a ousadia da criatividade e da caridade inspirem, a luz do Natal vai brilhar no sorriso do rosto das crianças, no pão repartido em todas as mesas, no carinho junto dos doentes e idosos e na presença que nos faz próximos dos mais sós. Acredito que neste Natal mais solidário, ainda que vivido com menos, vamos todos reacender a luz da esperança em muitos lares, sobretudo naqueles que precisam de trabalho, que procuram a paz e que buscam a harmonia da felicidade.</p>
<p>Neste tempo de crise prolongada e de austeridade implacável para tantas famílias, o Natal não pode ser apenas um oásis no deserto ou um momento de tréguas frente à inclemência injusta de tantas provações para os mais pobres. O Natal deve ser caminho para quantos procuram Deus e luz para todos os que esperam dos cristãos respostas concretas e compromissos corajosos de comunhão solidária e de fraternidade efectiva com os que mais sofrem.</p>
<p>O coração humano é o melhor presépio de Jesus, a família a necessária escola do Natal e a comunidade cristã o fermento novo do Evangelho que o Filho de Deus nos trouxe. Caros Diocesanos: que este Natal nos desperte com renovada alegria e crescente encanto para uma bela missão, vivida já na expectativa da próxima Missão Jubilar, conscientes de que no nascimento de Jesus se revela o amor de Deus pela Humanidade e que este amor aprendido com Jesus, o Filho de Deus, nos fará mais evangelizados e evangelizadores, mais generosos e solidários, mais atentos e felizes, mais próximos e irmãos, membros conscientes de uma Humanidade nova e construtores activos de uma Igreja viva.</p>
<p>Um abençoado e feliz Natal para todos.</p>
<p>Aveiro, 17 de Dezembro de 2011</p>
<p>António Francisco dos Santos</p>
<p>Bispo de Aveiro</p>
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		<title>Jornal da ADASA &#8211; Dezembro 2011 (nº33)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:00:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ADASA]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível o último nº do nosso jornal (nº33).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já está disponível o último nº do nosso jornal (nº33).<span id="more-504"></span></p>

<iframe src="http://docs.google.com/viewer?url=http%3A%2F%2Fseminarioaveiro.org%2Fwp-content%2Fuploads%2F2011%2F12%2Fjornal_33.pdf&hl=pt_PT&embedded=true" class="gde-frame" style="width:100%; height:500px; border: none;" scrolling="no"></iframe>

<p class="gde-text"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/jornal_33.pdf" target="_blank" class="gde-link">Download (PDF, 3.12MB)</a></p>
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		<title>Casa Sacerdotal</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:25:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Sacerdotal]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro anos passados, vemos, com grande alegria, nascer a partir do coração generoso da Diocese e erguer-se deste chão abençoado da nossa terra, no espaço envolvente do Seminário, a Casa Sacerdotal de Aveiro. No dia 8 de Dezembro de 2007, &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/12/01/casa-sacerdotal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><em>Quatro anos passados, vemos, com grande alegria, nascer a partir do coração generoso da Diocese e erguer-se deste chão abençoado da nossa terra, no espaço envolvente do Seminário, a Casa Sacerdotal de Aveiro.<span id="more-485"></span></em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-487" title="csacerdotal1" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">No dia 8 de Dezembro de 2007, primeiro aniversário do início do meu ministério episcopal em Aveiro, anunciei à Diocese a vontade de construir a Casa Sacerdotal que seja verdadeiro santuário de gratidão da comunidade diocesana aos sacerdotes e a todos quantos, com dedicação e generosidade, os serviram ao longo da vida.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Quatro anos passados, vemos, com grande alegria, nascer a partir do coração generoso da Diocese e erguer-se deste chão abençoado da nossa terra, no espaço envolvente do Seminário, a Casa Sacerdotal de Aveiro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Mais do que falar do edifício, que se ergue a partir dos seus alicerces sólidos, para que muito em breve se cumpra o sonho, desde longe embalado e diariamente renovado, quero, hoje, dizer uma primeira palavra de gratidão.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">E é, assim, que desejo prosseguir, trazendo aqui, de vez em quando, alguns dos momentos e dos gestos que fazem desta Casa uma verdadeira obra de todos nós e para toda a Diocese. Ela vem ao encontro de uma necessidade e responde a muitos e insistentes pedidos de vários sacerdotes fragilizados pela doença ou pelo peso dos anos. Alguns deles já partiram ao encontro de Deus, sem deixarem de ser pela bênção, deles agora esperada, também eles construtores da Casa Sacerdotal.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Poucos dias depois de ter anunciado na Sé Catedral a decisão de construir a Casa Sacerdotal recebi, em gesto discreto, envolvido numa espontânea timidez, uma oferta vinda de quem durante muitos anos viveu e trabalhou em Aveiro, como docente de uma das Escolas da nossa cidade. Regressou agora, em tempo de merecido descanso que a reforma lhe faculta, à sua terra natal fora da nossa diocese. Não esqueceu, porém, o tempo vivido em Aveiro e o bem aqui recebido, nem a experiência de fé aqui fortalecida e o testemunho apostólico aqui deixado.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">As palavras que acompanharam esse gesto e a generosidade que nele se espelhava dizem-me que a memória do coração e o sentido cristão da gratidão moram no meio de nós. Não fazem ruído nem levantam a voz, mas consolidam as decisões que se tomam e dão sentido e valor às causas que nos movem.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Senti que este gesto discreto foi verdadeira pedra de alicerce e será sempre, para mim, memória abençoada de uma história acontecida, uma bem significativa história de generosidade. Nesse momento, marco da história dos alicerces da nossa Casa Sacerdotal, ainda não havia sido escolhido o lugar, nem decidido o tempo, nem tão pouco elaborado o projecto. Mas sem este gesto a Casa que agora se edifica não seria a mesma.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-488" title="csacerdotal2" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/12/csacerdotal2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Foi esta dádiva o primeiro e necessário incentivo a dizer-me que o longo e belo caminho da generosidade começava ali e que outros sinais de igual generosidade iriam surgir. Sinto que este caminho se prossegue, hoje, com o encanto de constantes surpresas de tantas pegadas com marcas de grande generosidade, gravadas no caminho da construção da nossa Casa Sacerdotal. A generosidade de tantos outros gestos que se lhe seguiram ensina-me que o bem que se faz é sempre semente de novo bem a fazer.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Sei que os tempos que vivemos são difíceis para levar por diante empreendimentos como este. Mas sei, também, que tempos assim nunca asfixiaram a generosidade das pessoas, a iniciativa das famílias e a criatividade das comunidades e ensinam-nos que o futuro feliz, justo e solidário que todos desejamos para todos passa necessariamente pela partilha de sonhos, de bens e de projectos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">É igualmente nesta hora em que todos somos convocados para a Missão, rumo ao Jubileu da nossa Diocese, que se torna mais visível a grandeza das pessoas, a beleza das famílias e a determinação das comunidades e se dá mais valor aos gestos de generosidade que do coração nascem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">+António Francisco dos Santos</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Bispo de Aveiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-size: 9px; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.diocese-aveiro.pt/noticia_detalhe.asp?id=300" target="_blank">Diocese de Aveiro</a></p>
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		<title>Novo Reitor do Seminário dos Olivais</title>
		<link>http://seminarioaveiro.org/2011/11/27/novo-reitor-seminario-dos-olivais/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 22:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Maior-Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário dos Olivais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Segundo Decreto publicado com data de segunda-feira. 21 de Novembro, o Cardeal-Patriarca de Lisboa D. José Policarpo nomeou o novo Reitor do Seminário dos Olivais que sucede ao Cónego Nuno Brás da Silva Martins, ordenado Bispo no passado Domingo. &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/11/27/novo-reitor-seminario-dos-olivais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/11/peZeMiguel.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-473" title="peZeMiguel" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/11/peZeMiguel-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Segundo Decreto publicado com data de segunda-feira. 21 de Novembro, o Cardeal-Patriarca de Lisboa D. José Policarpo nomeou o novo Reitor do Seminário dos Olivais que sucede ao Cónego Nuno Brás da Silva Martins, ordenado Bispo no passado Domingo. O padre José Miguel Pereira exercia desde 2007 as funções de vice-reitor do mesmo seminário.</p>
<p style="font-size: small; text-align: justify;">Pode consultar aqui  o <a style="text-align: -webkit-auto;" href="http://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?cont_=40&amp;id=1186&amp;tem=205" target="_blank">Decreto de Nomeação</a>.</p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: 9px; line-height: 15px;">Fonte: </span><a style="font-size: 9px; line-height: 15px;" href="http://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=1187" target="_blank">Patriarcado de Lisboa </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ordenação Diaconal</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 12:14:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ordenação]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 8 de Dezembro, às 16h, na Catedral da Diocese de Aveiro, será ordenado diácono o Nuno Duarte da Silva Queirós. Depois de ter feito o seu percurso formativo no Mosteiro de Singeverga (Roriz-Sto Tirso) dos monges beneditinos e &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/11/21/ordenacao-diaconal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/11/Queirós.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-437" title="Queirós" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/11/Queirós-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>No dia 8 de Dezembro, às 16h, na Catedral da Diocese de Aveiro, será ordenado diácono o Nuno Duarte da Silva Queirós. Depois de ter feito o seu percurso formativo no Mosteiro de Singeverga (Roriz-Sto Tirso) dos monges beneditinos e na procura de uma resposta mais acertiva ao Deus que chama, o Nuno sentiu-se interpelado a uma espiritualidade diocesana e a servir a Igreja de Aveiro no ministério ordenado. É um momento de alegria para a nossa Diocese, de um modo particular para a Paróquia de Sto André de Esgueira onde passou dois anos da sua formação pastoral, e agora para a Unidade Pastoral de Águeda onde se encontra neste momento. Sentimo-nos também unidos à sua comunidade paroquial de S. Bartolomeu de Fontiscos que o tem acompanhado neste seu percurso vocacional.<span id="more-431"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Acolher o ministério diaconal é, em primeiro lugar, estar disponível para o serviço da Igreja de uma forma sacramental, naquilo que o Concílio Vaticano II afirma como a “diaconia da liturgia, da palavra e da caridade” (LG 29). É por isso, um ministério confiado pelo bispo diocesano para o assistir, e ao seu presbitério, no cuidado e serviço à comunidade dos fiéis. O Nuno será ordenado numa perspetiva de transição para o ministério presbiteral e por isso, aprenderá como diácono a essência da sua missão futura que é o serviço e o caridade pastoral das pessoas e comunidades que lhe serão confiadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sintamo-nos uma Igreja diocesana em oração pelo Nuno Queirós e, de um modo particular, na celebração eucaristia da sua ordenação diaconal.</p>
<p>Padre João Alves</p>
<p>Seminário Diocesano de Aveiro</p>
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		<title>Formar pastores consagrados totalmente a Deus e ao seu povo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 10:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os anos de formação no Seminário são um tempo muito especial de preparação, quer espiritual, quer humana, quer intelectual dos candidatos ao sacerdócio. São um tempo para crescer na relação íntima com Deus e aprofundar a vocação que o Senhor &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/11/18/formar-pastores-consagrados-totalmente-a-deus-e-ao-seu-povo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/11/Lisboa.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-440" title="Lisboa" src="http://seminarioaveiro.org/wp-content/uploads/2011/11/Lisboa-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Os anos de formação no Seminário são um tempo muito especial de preparação, quer espiritual, quer humana, quer intelectual dos candidatos ao sacerdócio. São um tempo para crescer na relação íntima com Deus e aprofundar a vocação que o Senhor nos concede a nós, seminaristas. Vocação significa “chamamento”. Deus chama incessantemente muitos jovens e espera deles um sim. Esse sim deve ser convicto e dado com a alegria de quem recebe tão grande dom. Deve ser um sim dócil de quem acolhe com humildade uma eleição por parte de Deus, à semelhança da Virgem Maria, que, na Anunciação, se despojou de si mesma e acolheu a Vontade de Deus com uma total e inquebrantável confiança. Esta deve ser a atitude daquele que se sente chamado por Deus a ser Seu discípulo, e que, de livre vontade e com um enorme desejo de cumprir a de Deus, aceita consagrar-Lhe toda a sua vida e ao Seu Povo através do ministério sacerdotal.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-362"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esta eleição da parte de Deus quer fazer do eleito uma presença salvífica de Cristo junto dos homens. De facto, através do ministério sacerdotal, Cristo configura consigo o padre. É por este motivo que o sacerdote é um “alter Christus”, um outro Cristo. Ao receber o segundo grau do sacramento da Ordem, torna-se Cristo Bom Pastor e, para ser esta imagem viva e fiel, necessita de manter constantemente a primazia de Deus na sua vida. Para que o sim que foi dado aquando do chamamento inicial de Deus não perca o seu vigor durante o tempo de Seminário e na vida de padre, é necessário este profundo enraizamento com Cristo. Este é o centro de uma identidade sólida, tão fundamental à vida de um seminarista e que deve ser cultivada desde cedo e durante toda a vida futura. Esta identidade sacerdotal constrói-se e deve ser caracterizada por uma radicalidade evangélica e por uma fidelidade à vocação, que se concretiza na fidelidade a Deus e à Sua Santa Igreja.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante este tempo de Seminário, nós, seminaristas, por vezes deparamo-nos com o receio de não conseguir corresponder dignamente a um tão exigente chamamento que pressupõe uma doação total de si. É por isso muito importante não ter confiança nas próprias forças mas, sim, no Espírito Santo, que nos auxilia com os Seus dons. Deste modo, é indispensável que aprendamos desde já a termos Cristo crucificado, com quem também queremos ser crucificados, como centro absoluto das nossas vidas, e a guardarmos como ponto fulcral desta centralização, o mistério que Ele próprio nos deixou, a Eucaristia. De facto, a Missa é o ponto culminante do dia de qualquer seminarista. Para mim é uma grande graça poder receber diariamente este admirável sacramento onde, pelas mãos do sacerdote, que também eu desejo ser um dia, Nosso Senhor renova o Seu Sacrifício e se torna realmente presente nas espécies consagradas, dando-Se-nos a comer para nossa salvação. A par com a Missa, tem um lugar primordial o sacramento da Penitência, pelo qual Deus perdoa os nossos pecados e nos reconcilia consigo, reavivando em nós a pureza recebida pelo Baptismo que continuamente escurecemos com as nossas faltas.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos assim o caminho que conduz à santidade e à união com Deus. A santidade não é só um ideal, ou seja, não é apenas para os seminaristas, para os padres ou para os religiosos. É antes uma vocação universal, que está ao alcance de todos, como nos lembra o Concílio Vaticano II (cf. LG 41). Deste caminho que nos ajuda a aperfeiçoar e a aprofundar a relação com Deus, faz parte também, e é-nos igualmente proporcionada no Seminário, a adoração ao Santíssimo Sacramento, a meditação da Palavra de Deus, a oração comunitária do terço, momentos de oração pessoal e um acompanhamento espiritual, humano e vocacional por parte da equipa formadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Imprescindível em todo este processo é, sem dúvida, a oração que todos podemos apresentar a Deus pelos nossos Seminários e pelo germinar de novas vocações. Igualmente importante é o nosso exemplo, uma vez que todos os baptizados são evangelizadores! Aqui, a família tem um papel preponderante, pois, o Senhor serve-se de nós para chamar os que Ele escolhe. Também no meu caso devo isso, em parte, quer à minha família, quer às Irmãs de S. José de Cluny, que tanto ajudaram a que crescesse no meu coração um grande amor pelo Senhor. Que Santa Joana Princesa, nossa fiel intercessora, rogue a Deus para que faça surgir na Sua Igreja muitas e santas vocações, jovens que se queiram consagrar totalmente a Deus e ao Seu Povo. Jovens que venham a ser homens de Deus, homens do sagrado, homens de oração e, por isso, fiéis instrumentos nas mãos de Deus e colaboradores na salvação das almas, dando a sua vida em resgate de muitos (cf. Mt 20, 28).</p>
<p>Helder Ruivo, Seminarista do 5.º ano, em Lisboa</p>
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		<title>ADASA comemora vinte anos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 09:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[A Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Aveiro (ADASA) comemorou, no dia 11 de Novembro, festa litúrgica e popular de S. Martinho, vinte anos de existência.A Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Aveiro (ADASA) comemorou, no &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/11/17/adasa-comemora-vinte-anos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Aveiro (ADASA) comemorou, no dia 11 de Novembro, festa litúrgica e popular de S. Martinho, vinte anos de existência.<span id="more-351"></span>A Associação dos Antigos Alunos do Seminário Diocesano de Aveiro (ADASA) comemorou, no dia 11 de Novembro, festa litúrgica e popular de S. Martinho, vinte anos de existência. Criada em 1991, com personalidade jurídica no foro eclesiástico, nasceu para manter viva e acesa a ligação ao Seminário de todos quantos o frequentaram desde que abriu portas há mais de 60 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo Encontro Anual da ADASA – dia 5 de Maio de 2012 – lembraremos todos quantos ao longo destes vinte anos contribuíram para manter viva esta ligação, nas diferentes Direções. Para marcar esta data, realizar-se-á, nesse dia, Eucaristia de Ação de Graças, na Capela de Baixo e, no refeitório do Seminário, almoço especial com direito a bolo de aniversário. Será certamente não só uma festa de reencontro(s), mas também oportunidade de estreitar laços. As inscrições para este dia encontram-se já abertas (por email para adasa.seminarioaveiro@gmail.com, ou através da página do Facebook). Em breve, a ADASA estará on-line através de site.</p>
<p style="text-align: justify;">Com profunda e manifesta alegria por estes (primeiros) vinte anos e num sinal de amizade e de responsabilidade para com todos os antigos alunos do Seminário Diocesano de Aveiro, reproduzimos aqui os dois documentos fundacionais da ADASA.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela ADASA, Mário Paulo Martins</p>
<p style="text-align: justify;">DECRETO DE EREÇÃO CANÓNICA</p>
<p style="text-align: justify;">D. ANTÓNIO BALTASAR MARCELINO, BISPO DA DIOCESE DE AVEIRO</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo-Nos sido solicitada a ereção canónica da ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DO SEMINÁRIO DIOCESANO DE AVEIRO – ADASA – como associação privada de fiéis ao teor dos cns. 321 e seguintes do Código de Direito Canónico, com sede nos Seminário Diocesano de Santa Joana Princesa, na cidade de Aveiro; HAVEMOS POR BEM, pelo presente Decreto, proceder à referida ereção canónica da mencionada Associação, que gozará de personalidade jurídica no foro eclesiástico, sendo representada, em juízo e fora dele, pelo Presidente da respetiva Direção.</p>
<p style="text-align: justify;">Será feita participação por escrito desta ereção canónica ao Governo Civil do Distrito de Aveiro, conforme o estipulado pelo Artigo III da Concordata entre a Santa Sé e República Portuguesa, para que a sua personalidade jurídica seja reconhecida oficialmente no foro civil.</p>
<p style="text-align: justify;">Aveiro, 11 de Novembro de 1991.<br />
+ António Baltasar Marcelino, Bispo de Aveiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ex.mo Senhor Governador Civil do Distrito de Aveiro</p>
<p style="text-align: justify;">Comunico a vossa Excelência que o senhor Bispo de Aveiro erigiu hoje canonicamente, com personalidade jurídica no foro eclesiástico, a ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DO SEMINÁRIO DIOCESANO DE AVEIRO – ADASA – como pessoa jurídica sob a modalidade de associação de direito privado, sem fins lucrativos. A referida associação tem por fim o desenvolvimento e a prática de atividades culturais, sociais e de convívio entre s seus sócios, tem a sua sede no Seminário Diocesano, na cidade de Aveiro, e é representada, em juízo e fora dele, pela Direção através do seu respetivo presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Destina-se esta participação ao reconhecimento da personalidade jurídica no foro civil, segundo o estabelecido no artigo III da Concordata, entre a Santa Sé e a República Portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresento a V. Ex.ia os meus respeitosos cumprimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aveiro, 11 de Novembro de 1991.<br />
Mons. João Gonçalves Gaspar, Vigário Geral da Diocese</p>
<p style="font-size: 9pt; font-weight: normal; color: #d1d1d1; text-align: justify;">Fonte: <a style="color: #d1d1d1;" href="http://www.diocese-aveiro.pt/noticia_detalhe.asp?id=296" target="_blank">Diocese de Aveiro</a></p>
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		<title>Rezar com o Seminário dos Olivais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 23:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seminarioaveiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminário Maior-Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Semana dos Seminários]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário dos Olivais]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante esta semana dos Seminários o Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais está a transmitir as Laudes às 7.15h e a Eucaristia às 19h. O desafio é ligarem a rádio ou a Tv-Olivais para rezarem com os seminaristas . &#8230; <a href="http://seminarioaveiro.org/2011/11/09/rezar-com-o-seminario-dos-olivais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante esta semana dos Seminários o Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais está a transmitir as Laudes às 7.15h e a Eucaristia às 19h. O desafio é ligarem a rádio ou a Tv-Olivais para rezarem com os seminaristas . Juntem-se à nós em oração&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem aceder à Tv Olivais em: <a href="http://www.livestream.com/sovideo" target="_blank">http://www.livestream.com/sovideo</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E à radio Olivais directamente a partir do site do Seminários dos Olivais: <a href="http://seminariocristoreidosolivais.org/index.php/en/" target="_blank">http://seminariocristoreidosolivais.org/index.php/en/</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
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